Diretor do Regional fala sobre ação do MPF desta tarde

Faiçal Akkari, diretor do Regional - foto: G1

MPF irá se pronunciar sobre o assunto nesta quarta-feira

Com apoio da Polícia Federal e participação da Vigilância Sanitária, o MPF esteve no Hospital Regional de Vilhena para apurar denúncia de contaminação da água utilizada na unidade por coliformes fecais. Foi recolhido material para análise e apenas nesta quarta-feira, 12, a promotoria federal vai se manifestar sobre o caso. No entanto, o diretor do HR, Faiçal Akkari, falou com a imprensa sobre o ocorrido.

De acordo com ele a ação do MPF ocorreu em função de denúncia. Segundo Faiçal, a acusação é que existe contaminação no poço artesiano do HR pelas fossas da unidade, “mas nada está comprovado”, enfatizou.

Ele afirmou que houve avaliação em cima de análises antigas, de gestões anteriores, quando ocorreu contaminação para embasar a operação de hoje. “Não há embasamento científico que possa comprovar, neste momento, a denúncia atual”, garantiu. 

No entanto o diretor deixou escapar que há preocupação quanto a qualidade da água usada no HR, assim como quanto ao armazenamento. “Existe um processo de licitação para compra de novo reservatório em andamento, mas o pregão está marcado para o dia 24. A questão é que recebemos prazo de cinco dias para resolver o problema”, titubeou.

Para encontrar uma solução que atenda a exigência das autoridades, Akkari vai apelar para as assessorias pertinentes da administração municipal. “Vamos achar uma saída”, disse. 

Quanto a expectativa com relação ao resultado das análises de amostras coletadas hoje, Faiçal declarou estar seguro. “Todas as medidas de higiene e preservação de produtos usados no Regional seguem rigorosamente as normas estipuladas, não somos negligentes quanto a qualquer aspecto administrativo na gestão, em particular com relação a segurança de pacientes e demais pessoas que trabalham ou passam pelo hospital”, afirmou.